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21 jul

Diretor da Genética Aditiva explica sobre as habilitações para exportação de carne brasileira

Eduardo Coelho, Diretor da emprsa Genética Aditiva falou sobre as habilitações para pecuaristas do país exportarem carne para a China. Eduardo Coelho, Diretor da emprsa Genética Aditiva falou sobre as habilitações para pecuaristas do país exportarem carne para a China.
Eduardo Coelho, diretor da empresa Genética Aditiva esteve no Programa Ronda do MS desta segunda-feira (20), explicando sobre a qualidade e regulamentos para produtores de gado exportarem carne.

A abertura do mercado da carne brasileira para países como a China está consolidando a necessidade do segmento em adequar-se as novas tecnologias disponíveis no campo para avançar em produtividade, qualidade e principalmente em gerar rentabilidade aos produtores. O encontro da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu com o embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang acelerou a volta da liberação da venda de carne bovina brasileira para o mercado chinês, embargada desde 2012. O Ministério da Agricultura pretende conseguir autorização para 36 novas plantas brasileiras exportarem seus produtos à China. A ministra propôs ao embaixador que as habilitações sejam oficializadas durante sua visita à China, prevista para o mês de setembro.

Conforme Eduardo Coelho, a carne  para exportação deve ter uma qualidade excelente e com todos os requisitos de sanidade. A principal barreira era a comercial, porém, com a falta de carne no mundo as barreiras passaram a ser sanitárias. “O consumidor quer uma carne saborosa e macia”. Ele também alertou o pecuarista a produzir uma carne de qualidade, para que o consumidor não migre para outros tipos de carne.

“Em cada região e para cada lugar do mundo a carne deve ser consumida conforme o costume, uns gostam dela mais gorda, outros preferem carnes mais nobres” diz Eduardo. Para ele a China consome muito o corte dianteiro (carne de 2°), pois a eles interessam principalmente o preço do produto.

Coelho explicou que devido ao desestimulo do mercado há alguns anos, o produtor migrou para outros seguimentos e hoje estamos sofrendo uma baixa na produção, o que faz aumentar o custo do produto que segue com a lei da oferta e procura assim como outros seguimentos.

Devido ao ciclo de crescimento e produção do gado para corte, Eduardo ainda diz que a situação deve demorar um tempo para normalizar.

O pequeno produtor que tem interesse em investir na área deve procurar o Sindicato Rural de sua região e verificar os programas de implantação, trocas de experiências com quem já está na atividade, procurar a EMBRAPA para falar com profissionais, etc. O mercado sul-mato-grossense possui a maior planta no setor e tende a ser beneficiado com as exportações.

“A carne brasileira é uma das melhores carnes do mundo, saborosa e com boa qualidade, muitos consumidores estrangeiros pedem a carne tratada a pasto, como é feita no nosso país” explica Coelho.

Sobre o melhoramento genético para criadores, Eduardo Coelho diz que essa tecnologia visa uma grande rentabilidade na produção, o bom programa de seleção prioriza produzir um gado precoce que ganhe peso rápido, rendimento frigorífico, que a vaca por exemplo tenha muita fertilidade e crie bem o bezerro.

Conforme o Diretor agora é a vez do produtor rural brasileiro apropriar-se de ferramentas para aproveitar o cenário promissor do mercado e usufruir dos benefícios trazidos pela tecnologia, que une sustentabilidade à rentabilidade.

A seleção por temperamento também é essencial, pois animais menos agressivos e estressados possuem uma carne mais macia. O grande desafio para o criador do MS é que o sistema de produção seja desenvolvido com compatibilidade de preço. “Isso é possível basta o pecuarista querer” diz Eduardo Coelho.

Investir em animais participantes de programas nacionais de avaliação por desempenho econômico e reprodutivo tem sido um caminho adotado pelos criadores para conquistar melhores resultados com os rebanhos.

Eduardo Coelho diz que as expectativas para o futuro são extremamente positivas e o setor agropecuário terá grandes investimentos, sendo que a tendência é o aumento de incentivos por parte do governo.

OPORTUNIDADE

Para oferecer aos criadores novas oportunidades de ganhos econômicos com material genético superior a Genética Aditiva vai disponibilizar nos dias 01 e de 02 de agosto seus melhores resultados com o uso de tecnologia e pesquisa em Nelore para proporcionar aos rebanhos saltos de produtividade. O remate acontece no dia 01 de agosto, no recinto de leilões da Acrissul, em Campo Grande (MS) a partir das 12 horas (Brasília), com transmissão do Canal do Boi.

Todos os animais ofertados resultam de um trabalho de melhoramento que colocou em 2015, touros nas dez primeiras posições do ranking da ANCP. Em oferta, reprodutores com avaliação Top 0,1% a 5%, com idade média de 24 meses e prontos para trabalhar. O evento vai oferecer ao mercado mais de 400 touros para elevar a qualidade genética dos rebanhos e aumentar a eficiência nas fazendas.
 
Fonte: Redação/ Assessoria (Jornal da Rádio)
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